Buque de flores calmantes

Será que você precisa de um buquê de flores calmantes?

Explico melhor, neste mundo tenso-ansioso-corrido-hiperconectado, que conecta com mil informações mas desconecta da gente mesmo, muita gente sofre de estresse e ansiedade e para dar uma parada, acalmar e observar o que precisa mudar os Florais Joel Aleixo oferecem um buquê de flores calmantes.

  • Macela: este floral ajuda a enfrentar com tranquilidade os momentos que exigem passividade,
  • Laranjeira: acalma as pessoas que estão sempre tensos,
  • Alfazema: combate o nervosismo e a impulsividade,
  • Camomila: tranquiliza diante da ansiede em situações sem definições,
  • Calêndula: acalma os autocríticos, ajudando a assumir as limitações,
  • Sibipiruna: calmante da mente, possibilida melhor aceitação diante das possibilidades reais.

A combinação será perfeita com os Florais Compostos: Calminatum (no caso de insônia), Silifocum (dispersão mental), Açucarium (compulsão alimentar) ou Digestorium (problemas digestivos).

Foto: Paraiala Marcel/sxc.hu

Sonhos

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Na semana passada a maioria dos atendimentos teve praticamente o mesmo tema: sonhos que são considerados distantes demais para serem colocados em prática.

Sonhar é lindo! Mas se não tentamos decifrá-los, trazê-los para a experiência da vida “real” passam a valer muito pouco, pior ainda quando se tornam frustrações que levam ao adoecimento ou pesam pela vida toda.

Quando tentamos trazer o sonho para a realidade, traçamos planos, procuramos caminhos para chegar lá, veremos de forma concreta os impedimentos, as dificuldades, é mais fácil lidar com um “impedimento” real do que um sonho frustrado, que não fizemos nada por ele.

Dica rápida: Clematis, é o Floral de Bach, para quem vive no mundo dos sonhos, Floral Composto Concentração do Floral Joel Aleixo vai ajudar a manter o foco e os óleos essenciais:  Vetiver  (ajuda a não se perder nos pensamentos, “faz descer à Terra”), Cedro (auxilia a manter a firmeza no propósito).

Pensando sobre esse assunto me deparei com com o poema “A roda” de Rosália Milsztajn (médica, psicanalista) autora do livro “Aqui dentro de mim” (ed. Aeroplano), na Revista Vida Simples (janeiro/2009).

A roda enferrujada do dia

roda lentamente

meu desejo insatisfeito

adoecendo os sentidos

 

A roda gasta do dia

deglute com cegos dentes

a semente

o amor que poderia

 

A chuva fria do ferro envelhecido

entristece o futuro e o

pendente

 

E essa dor atemporal se estende

sem cura no metal ruído

polui a alvura de fluídos permanentes

que não passam

que não passam”

Foto: Andyreis’s/sxc.hu