Escolhas

flor_silviakalvon

Tem momentos em que morremos em vida

não a morte do corpo, a morte da alma.

Definhamos…

O corpo “dá” um sintoma,

a vida dá um sinal.

Quando a consciência da morte iminente surge,

o coração dói,

a cabeça pira…

A mudança é inevitável…

Não, não é.

Alguns preferem continuar morrendo em vida…

Assim… bem no “gerúndio”…

Um ato contínuo e lento.

O passado

Foto_Sílvia Kalvon

Como bem disse o autor da frase acima, o passado “integrado” em nós, que poderia ser aprendizado, experiência, que contribui para a evolução, nem sempre é assim. Muitas vezes o passado nos marca, se torna ferida que não cicatriza, que mancha nossos olhos e nos faz ver o mundo através desta marca.

Essa ferida na maioria das vezes vem da infância, as relações afetivas familiares auxiliam na formação de crenças, dogmas, mecanismos de defesa, sentimentos que irão pautar os nossos relacionamentos afetivos.

Para a Alquimia o DNA carrega as informações genéticas e comportamentais de nossos antepassados, e também é “contaminado” e marcado pelas relações familiares, essas questões nos influenciarão física e emocionalmente.

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Acorde para o novo!

 
“(…) Para ganhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.

É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.”

Carlos Drummond de Andrade

foto: Sílvia Kalvon