O passado

Foto_Sílvia Kalvon

Como bem disse o autor da frase acima, o passado “integrado” em nós, que poderia ser aprendizado, experiência, que contribui para a evolução, nem sempre é assim. Muitas vezes o passado nos marca, se torna ferida que não cicatriza, que mancha nossos olhos e nos faz ver o mundo através desta marca.

Essa ferida na maioria das vezes vem da infância, as relações afetivas familiares auxiliam na formação de crenças, dogmas, mecanismos de defesa, sentimentos que irão pautar os nossos relacionamentos afetivos.

Para a Alquimia o DNA carrega as informações genéticas e comportamentais de nossos antepassados, e também é “contaminado” e marcado pelas relações familiares, essas questões nos influenciarão física e emocionalmente.

Viver nos traz feridas, ninguém está livre delas, mas precisamos curá-las para que a sujeira não se acumule ao seu redor e contamine tudo: os relacionamentos, o trabalho, a felicidade, o merecimento, a saúde, a maturidade, toda a vida… O pus escorre e contamina as outras pessoas.

Gosto do paralelo dos traumas como uma sujeira que impregna a lente dos nossos óculos, vamos para a vida com esse olhar, por isso que encontramos na vida a “sintonia” do presente com o passado, mas não é a vida que nos dá isso, somos nós que esquecemos de limpar a lente dos óculos.

Se responsabilize e, limpe seus óculos, cure suas feridas.

Os florais podem fazer isso por você. Se cuide!