Dica de leitura

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“O poder do hábito – Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios”,  Charles Duhhigg, 2012, Editora Objetiva.

Escrito por um repórter investigativo do New York Times , aquele estilo  de compilação de estudos neurológicos, pesquisas de comportamento de consumo, de hábito, com objetivo claro de vender como autoajuda. E pelo jeito funciona, pelo menos nas vendas.

É impressionante como nos tornamos escravos de alguns hábitos, que nem sequer paramos para observar que temos, muito menos para refletir a favor de quê eles estão.

Esse livro é bem interessante, um pouco extenso ( às vezes maçante), por isso “quebrei o galho” e coloco aqui os capítulos para quem quer usá-lo para entender melhor o funcionamento dos hábitos, e procurar um suporte didático para mudá-los.

Leiam: parte Um – Os hábitos dos indivíduos, capítulos 1 “O loop do hábito – como os hábitos funcionam”; 2 “O cérebro ansioso – como criar novos hábitos”; 3 “A regra de ouro da mudança de hábito – por que a transformação acontece”, e na parte Três, o capítulo 9 “A neurologia do livre-arbítrio – somos responsáveis pelos nossos hábitos? (meio deprimente, mas vale a pena!). E o passo a passo é dado no apêndice, “Um guia para o leitor de como usar estas ideias”.

A Parte Dois pode pular porque fala dos hábitos nas organizações, exceto se você trabalhar em marketing, administração ou se for um curioso por saber como as empresas manipulam os nossos hábitos de consumo.  🙁

Na Parte Três – os hábitos da sociedade, o capítulo 8, “A Saddleback Church e o boicote aos ônibus de Montgomery – como os movimentos acontecem” pode ler se for sociólogo, cientista político, se quer liderar algum movimento (religioso, político, social) ou, se é interessado nesses temas.

Não pense que há fórmulas mágicas. Mudar hábitos é um desafio! Exige disciplina e perseverança, mas vale a pena tentar e tentar e tentar… Muitos hábitos interferem na nossa saúde (física e financeira), no sucesso profissional e felicidade,  para alguns, fica muito difícil desistir.

foto: Sílvia Kalvon